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Como escolher uma agência: 5 perguntas que separam profissionais de amadores

24 de fevereiro de 20269 minCompartilhar
Como escolher uma agência: 5 perguntas que separam profissionais de amadores

Contratar agência errada custa caro. Não só em dinheiro — em tempo, em moral, em oportunidade. E o pior: quem é leigo no assunto não sabe o que perguntar. Essas 5 perguntas são o filtro mais rápido que existe.

1. Como vocês medem o sucesso do projeto?

A resposta correta envolve métricas concretas: CAC, ROAS, taxa de conversão, leads qualificados, tempo médio de fechamento. A resposta errada envolve "engajamento", "alcance", "fortalecimento de marca" sem número associado.

Se a agência não consegue te dizer o que vai medir antes de começar, ela não vai conseguir te entregar resultado depois. Vai te entregar relatório bonito com números vazios.

2. Posso falar com 2 clientes atuais?

Toda agência séria tem cliente que aceita conversar. Se houver hesitação, desculpa, ou só te mandam case escrito, fuja. Caso escrito a agência mesmo escreve. Cliente real, ao telefone, conta o que funciona e o que não funciona.

Perguntas para fazer ao cliente referência:

  • Em quanto tempo vocês começaram a ver resultado?
  • O que mais te surpreendeu, positiva ou negativamente?
  • Como é a comunicação no dia a dia?
  • O que você mudaria se fosse contratar de novo?
  • Recomendaria sem hesitação?

Gostou do que leu? A Ethos faz isso pra você. Chama no WhatsApp e vamos conversar.

3. Quem vai executar o meu projeto?

Algumas agências vendem com o sócio e entregam com estagiário. Pergunte:

  • Qual é o time alocado no meu projeto?
  • Qual a senioridade de cada um?
  • Quem é o ponto focal de comunicação?
  • Quanto tempo, em horas/mês, dedicado ao meu projeto?

Se a resposta for vaga ("temos um time de especialistas"), insista. Vagueza no comercial vira problema na execução.

4. O que

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acontece se a meta não bater?

Essa pergunta separa amador de profissional. A resposta profissional inclui:

  • Revisão de estratégia em prazos definidos (30, 60, 90 dias)
  • Critérios objetivos para considerar que a meta não bateu
  • O que muda na operação caso isso aconteça
  • Cláusula contratual de saída sem ônus, em casos específicos

A resposta amadora é "isso não vai acontecer com a gente". Vai. Sempre acontece. A pergunta é o que se faz quando acontece.

5. Como é o processo de offboarding?

Agência boa pensa no fim desde o começo. Pergunte:

  • Os dados (anúncios, criativos, contas) ficam com quem?
  • Tenho acesso de admin a todas as plataformas?
  • Se eu sair, em quanto tempo recebo arquivos e senhas?
  • Existe período de transição se eu trocar de fornecedor?

Se a resposta sinaliza que você fica refém (acessos no nome da agência, criativos não entregues, contas compartilhadas), é red flag absoluta.

Bônus: perguntas que revelam muito

  • "Qual cliente vocês recusaram recentemente e por quê?" (agência boa tem critério)
  • "Qual é o erro mais comum que vocês veem em projetos novos?" (mostra maturidade)
  • "Como é uma semana típica de trabalho?" (revela processo real)
  • "O que vocês não fazem?" (foco vale ouro)

Red flags imediatas

  • Proposta de garantia de resultado em prazo curto
  • Preço muito abaixo do mercado sem explicação
  • Tudo "personalizado" sem nenhum processo padrão
  • Sem contrato ou contrato genérico de uma página
  • Sem time apresentado, só nome da empresa
  • Apresentação cheia de logos de marcas grandes sem detalhe do trabalho feito

Se a resposta para qualquer uma das 5 perguntas principais for vaga, fuja. Existe agência boa no mercado — só precisa saber o que perguntar para encontrar.

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